domingo, 21 de agosto de 2011

Mapas Conceituais

Mapas conceituais
O termo metacognição foi introduzido na literatura a princípios dos anos 70 por Flavell (1971), que define inicialmente a metacognição como o conhecimento que se adquire a partir dos conteúdos e dos processos da memória. Posteriormente, em 1999, admitirá que existem outros aspectos da mente humana, além da memória, que contribuem ao conhecimento, como por exemplo, a aprendizagem, a atenção, a linguagem, etc. É pensar sobre o próprio pensamento.
Segundo o pesquisador e navegador norte –americano Josefh Novak, mapa conceitual é uma ferramenta administrativa, para organizar e representar o conhecimento, de forma geral, sendo basicamente um aperfeiçoamento do conhecido organograma, somente que, bastante, e muito detalhado, com fins de ser utilizado em trabalho de equipe e/ou em colegiado. É uma representação gráfica em duas ou mais dimensões de um conjunto de conceitos construídos de tal forma que as relações entre eles sejam evidentes. Os conceitos aparecem dentro de caixas enquanto que as relações entre os conceitos são especificadas através de frases de ligação nos arcos que unem os conceitos. As frases de ligação têm funções estruturantes e exercem papel fundamental na representação de uma relação entre dois conceitos. A dois conceitos, conectados por uma frase de ligação chamamos de proposição. As proposições são uma característica particular dos mapas conceituais .
Os mapas conceituais são utilizados para falicitar os estudos de maneira prática, e eficiente.
Referências:
Wikipédia, a inciclopédia livre.

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